quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Acredite Em Você Mesmo, Pois é Só Você Que Pode se Auto Julgar. Ouse, Arrisque e Nunca se Arrependa. Não Desista Jamais e Saiba Valorizar Quem Te Ama, Esses Sim Merecem Seu Respeito. Quanto ao Resto...Bom...Ninguém Nunca Precisou de Restos Para Ser Feliz.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

É difícil definir amigo


É difícil definir amigo


Amigo é quem lhe dá um pedacinho do chão, quando é de terra firme que você precisa, ou um pedacinho do céu, se é o sonho que lhe faz falta.

Amigo é mais que ombro amigo, é mão estendida, mente aberta, coração pulsante, costas largas.

É quem tentou e fez, e não é egoísta para não querer compartilhar o que aprendeu.

É aquele que ajuda e não espera retorno, porque sabe que o ato de compartilhar um instante qualquer já o realimenta e satisfaz.

Amigo é quem entende seu sentimento porque já sentiu, ou um dia vai sentir, o mesmo que você.

Um amigo é compreensão para o seu cansaço e complemento para as suas reticências.

É aquele que entende seu desejo de voar, de sumir de vez em quando, sua sede de inovar sempre.

É ao mesmo tempo espelho que o reflete, e óleo derramado sobre suas águas agitadas.

O amigo se compadece pelos seus erros, e vibra com o seu sucesso. É o sol que seca suas lágrimas, é a polpa que adocica ainda mais o seu sorriso.

Amigo é aquele que toca suas feridas com mãos de veludo; acompanha suas vitórias com euforia e faz piada para amenizar seus problemas.

Amigo é aquele que sente medo, dor, náusea, cólica, e chora, como você. E, se pudesse, sofreria no seu lugar.

Um amigo sabe que viver é ter história para contar.

É quem sorri para você sem motivo aparente, sofre com seu sofrimento, e é o padrinho natural dos seus filhos.

É aquele que encontra para você aquilo que nem você sabia que buscava.

Amigo é quem lhe envia cartas, esperadas ou não, pequenos bilhetes em sala de aula, mensagens eletrônicas emocionadas.

É aquele que lhe ouve ao telefone mesmo quando a ligação parece caótica, com o mesmo prazer e atenção que teria se estivesse olhando em seus olhos.

Amigo é aquele que entende o que seus olhos dizem, sem precisar de palavras.

É aquele que adivinha seus desejos, seus disfarces, suas alegrias, e percebe seus medos.

Amigo é quem aguarda pacientemente que surja aquele brilho no seu olhar e se entusiasma quando o vê surgir. É quem tem sempre uma palavra sob medida quando seus olhos se cobrem de lágrimas. E é também aquele que sabe quando você está lutando para sufocá-las na garganta.

Amigo é como lua nova, é como a estrela mais brilhante, é luz que se renova a cada instante, com múltiplas e inesperadas cores, que cabem todas na sua íris.

Amigo é verdade e razão, sonho e sentimento...

Amigo é aquele que lhe diz: "eu amo você" sem qualquer medo de má interpretação.

Enfim, amigo é quem ama você e ponto final.



***

As doações de amizade pura enriquecem os companheiros de jornada.

Quando outras emoções se enfraquecem no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada das pessoas que se estimam.

Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Por tudo isso, estendamos os benditos recursos da amizade real onde a discórdia tenta espalhar o escuro domínio que lhe é próprio.



Autor:


Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em texto de Marcelo Batalha, intitulado Amigo, um ensaio, disponível no site http://www.velhosamigos.com.br/datasespeciais/diaamizade.html e em verbetes do livro Dicionário da alma, de Francisco Cândido Xavier, Ed. FEB.














quarta-feira, 22 de setembro de 2010

UM DIA, QUEM SABE...



UM DIA, QUEM SABE...

Um dia, quem sabe,

possamos nos conscientizar de que é possível

estarmos no lugar certo, no momento apropriado.

Um dia, quem sabe,

possamos expulsar do peito

a angústia que nos torna tão amargos

Um dia, quem sabe,

possamos olhar para o mundo e compreender

o verdadeiro sentido da vida, consolidando

o amadurecimento da nossa alma.

Um dia, quem sabe,

A despeito do nosso próprio egoísmo,

possamos entender que não é justo,

tentar fazer alguém realizar todos os nossos desejos.

Um dia, quem sabe,

possamos aprender a viver um dia de cada vez,

substituindo, com sabedoria, a emoção pela razão

e assim, cometermos menos erros.

Um dia, quem sabe,

não mais preencheremos grande parte do nosso tempo

tentando ir do nada para lugar nenhum

em busca de coisas que podem até alegrar-nos

mas nada acrescentará à nossa convivência com DEUS.

Um dia, quem sabe,

deixaremos de nos preocupar com as incertezas do futuro

e nos libertaremos das amarras do passado

vivendo o presente em toda sua plenitude

porque o momento presente é a realidade da vida

e é nele que moldamos o caminho para a eternidade

E, quem sabe, um dia

a nossa mente estará em perfeita sintonia

com as emoções do nosso coração

e com a maturidade da nossa alma,

fazendo refletir no espelho da nossa existência

a certeza de que finalmente aprendemos a viver.
Jun/2007

Magno R Almeida
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=15251#ixzz10JjRyKAY

Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

Tema : Casamento na Visão Espírita




Tema : Casamento na Visão Espírita - conclusão (Estudo 29 de 828)




Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo - CVDEE

www.cvdee.org.br

Sala Virtual de Estudos Educar

Estudos destinados à Família e Educação no Lar



Oi, meus amigos da Sala Educar!

Tudo em paz e harmonia com vocês?

Esperamos sinceramente que sim!! :o))

O assunto que nós estudamos nessa semana, Casamento na Visão Espírita, realmente é um assunto bastante interessante e profundo, pois estamos falando da união de dois seres com finalidade a desenvolver uma vivência comum e com isso crescer, tanto intelectual como moralmente.

Todas as participações durante a semana foram excelentes,e agora, é hora de postarmos a conclusão.

Durante as participações da semana, surgiu uma dúvida à respeito de um texto sobre as modalidades de casamento (a dúvida foi da nossa irmã Magna), que tentaremos responder no segundo texto colocado como conclusão.

Vamos, então, aos textos:



Casamento: união física e espiritual



"À Luz do Espiritismo, o casamento monogâmico, união permanente de um homem e uma mulher:

- é um progresso na marcha da humanidade (representa um estado superior ao de natureza, em que vivem os animais);

- atende à afinidade (que unem os semelhantes) ou à necessidade de expiações (resgates ou correções de erros cometidos anteriormente) ou à missões (que regeneram e santificam);

- resulta de resoluções tomadas na vida de infinito, antes da reencarnação dos espíritos (livremente assumido pelos que já sabem e podem fazê-lo; sob orientação dos mentores mais elevados, os que ão estão habilitados para isso).

Tem pois, o casamento, um iniludível caráter e implicações espirituais. Deve se basear no afeto e na responsabilidade recíprocos e ser respeitado e mantido o mais possível. Empenhemo-nos com toda a boa-vontade, toelrância e devotamento aos nossos compromissos conjugais."

(Fonte: Iniciação ao Espiritismo, Therezinha Oliveira, Editora EME, Cap. 13 - Os Espíritas e o Casamento, pg 70).



Espiritismo e Lar



"Classificação dos Casamentos:



Acidentais: encontro de almas inferiorizadas, por efeito de atração momentânea, sem qualquer ascendente espiritual.

Provacionais: reencontro de almas, para reajuste necessários à evolução de ambos.

Sacrificiais: reencontro de alma iluminada com alma inferiorizada, com o objetivo de redimí-la.

Afins: reencontro de corações amigos, para consolidação de afetos.

Transcendentes: almas engrandecidas no Bem e que se buscam para realizações imortais.

Evidentemente, o instituto do matrimônio, sagrado em suas origens, tem reunido no mesmo teto os mais variados tipos evolutivos, o que vem demonstrar que a união na Terra, funciona, às vezes como meio de consolidação de laços de pura afinidade espiritual, e noutros casos, em sua maioria, como instrumento de reajuste.

Algumas vezes o lar é um santuário, um templo, onde as almas engrandecidas pela legítima compreensão exaltam a glória suprema do amor sublimado.

Em sua maioria, porém, os lares são cadinhos purificadores, onde, sob o calor de rudes provas e dolorosos testemunhos, Espíritos frágeis caminham, vagarosamente, na direção do Mais Alto."

(Fonte: Estudando a Mediunidade, Martins Peralva, Editora FEB, Capítulo 18, Espiritismo e Lar, pg 101.)



3. Mas, na união dos sexos, a par da lei divina material, comum a todos os seres vivos, há outra lei divina, imutável como todas as leis de Deus, exclusivamente moral: a lei de amor. Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e que fossem dois, e não um somente, a amá-los, a cuidar deles e a fazê-los progredir. Nas condições ordinárias do casamento, a lei de amor é tida em consideração? De modo nenhum. Não se leva em conta a afeição de dois seres que, por sentimentos recíprocos, se atraem um para o outro, visto que, as mais das vezes, essa afeição é rompida. O de que se cogita, não é da satisfação do coração e sim da do orgulho, da vaidade, da cupidez, numa palavra: de todos os interesses materiais. Quando tudo vai pelo melhor consoante esses interesses, diz-se que o casamento é de conveniência e, quando as bolsas estão bem aquinhoadas, diz-se que os esposos igualmente o são e muito felizes hão de ser. Nem a lei civil, porém, nem os compromissos que ela faz se contraiam podem suprir a lei do amor, se esta não preside à união, resultando, freqüentemente, separarem-se por si mesmos os que à força se uniram; torna-se um perjúrio, se pronunciado como fórmula banal, o juramento feito ao pé do altar. Daí as uniões infelizes, que acabam tornando-se criminosas, dupla desgraça que se evitaria se, ao estabelecerem-se as condições do matrimônio, se não abstraísse da única que o sanciona aos olhos de Deus: a lei de amor. Ao dizer Deus: "Não sereis senão uma só carne", e quando Jesus disse: "Não separeis o que Deus uniu", essas palavras se devem entender com referência à união segundo a lei imutável de Deus e não segundo a lei mutável dos homens.

4. Será então supérflua a lei civil e dever-se-á volver aos casamentos segundo a Natureza? Não, decerto. A lei civil tem por fim regular as relações sociais e os interesses das famílias, de acordo com as exigências da civilização; por isso, é útil, necessária, mas variável. Deve ser previdente, porque o homem civilizado não pode viver como selvagem; nada, entretanto, nada absolutamente se opõe a que ela seja um corolário da lei de Deus. Os obstáculos ao cumprimento da lei divina promanam dos prejuízos e não da lei civil. Esses prejuízos, se bem ainda vivazes, já perderam muito do seu predomínio no seio dos povos esclarecidos; desaparecerão com o progresso moral que, por fim, abrirá os olhos aos homens para os males sem conto, as faltas, mesmo os crimes que decorrem das uniões contraídas com vistas unicamente nos interesses materiais. Um dia perguntar-se-á o que é mais humano, mais caridoso, mais moral: se encadear um ao outro dois seres que não podem viver juntos, se restituir-lhes a liberdade; se a perspectiva de uma cadeia indissolúvel não aumenta o número de uniões irregulares.

(Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, Cap. 22, itens 3 e 4)



Desejamos à todos uma semana de muita paz e amor!

Equipe Educar - CVDEE

Minha visão da vida, baseada no que aprendi na Doutrina Espírita


A nossa existência é vivida em etapas...


Quando crianças, temos a vantagem de não ter responsabilidades,

é o tempo de reparar nos adultos e aprender a ser “gente grande”

Já na adolescência, achamos que já somos adultos, capazes de nos bastar sozinho, mas ao primeiro sinal de perigo, ou medo, corremos para os braços dos pais, como uma criança amedrontada.

É a etapa de transição.

É nesta etapa da vida, que começamos a aprender de verdade o que significa ser adulto.

Já temos algumas responsabilidades ,muitos deveres e nenhuma obrigação. É nesta fase que começamos a pensar mais sério no futuro... começamos a tomar algumas decisões e pensar qual é a profissão perfeita para nós.

É uma fase especialmente marcada, pela amizade. Temos vários, muitos e ótimos amigos.

Inseparáveis... não conseguimos fazer nada, se não estivermos juntos, é a nossa segunda família....(pra não dizer que preferíamos que fosse a primeira) !

É nesta etapa que conhecemos aquelas pessoas que estará sempre presente em nossa vida, de uma maneira ou de outra. Nesta etapa, conhecemos o(a)s melhores amigo(a)s. É nesta etapa que descobrimos também o Amor, pela primeira vez. É nesta etapa que temos a primeira decepção amorosa, ou a Amor a primeira vista, e se der certo, pode ir para a outra etapa da vida... o casamento.

Se a pessoa escolher estudar (o que não foi o meu caso) ela terá uma etapa de deixar tudo para depois... casamento, filhos...agora se a pessoa for como eu, e escolher o casamento, aí sim...eu posso falar com clareza, tudo que eu vivi e aprendi.(e muitas coisas hoje eu entendo melhor, depois do estudo espírita)

Após o casamento, me dediquei em tempo integral a cuidar do lar e criar da melhor maneira possível os filhos que decidimos ter. Isso não foi destino ...foi escolha...

Quando nascemos, já trazemos um projeto feito no plano espiritual, em que ambos (eu e meu marido aceitamos) iríamos nos encontrar aqui na terra, para resgatar dívidas passadas, ou então provacionais, onde ambos têm, a chance de evoluir com aprendizado.

(Classificação dos Casamentos: Na visão espírita


Acidentais: encontro de almas inferiorizadas, por efeito de atração momentânea, sem qualquer ascendente espiritual.


Provacionais: reencontro de almas, para reajuste necessários à evolução de ambos.


Sacrificiais: reencontro de alma iluminada com alma inferiorizada, com o objetivo de redimí-la.


Afins: reencontro de corações amigos, para consolidação de afetos.


Transcendentes: almas engrandecidas no Bem e que se buscam para realizações imortais.


Evidentemente, o instituto do matrimônio, sagrado em suas origens, tem reunido no mesmo teto os mais variados tipos evolutivos, o que vem demonstrar que a união na Terra, funciona, às vezes como meio de consolidação de laços de pura afinidade espiritual, e noutros casos, em sua maioria, como instrumento de reajuste.


Algumas vezes o lar é um santuário, um templo, onde as almas engrandecidas pela legítima compreensão exaltam a glória suprema do amor sublimado.


Em sua maioria, porém, os lares são cadinhos purificadores, onde, sob o calor de rudes provas e dolorosos testemunhos, Espíritos frágeis caminham, vagarosamente, na direção do Mais Alto."


(Fonte: Estudando a Mediunidade, Martins Peralva, Editora FEB, Capítulo 18, Espiritismo e Lar, pg 101.)

(No meu caso, acho que foi um acordo PROVACIONAIS...)

Explico : A minha história com o meu marido, começou cedo, desde crianças...nossos irmãos se conheceram primeiro..e se casaram..(minha irmã e o irmão mais velho dele)...começamos a namorar adolescentes.

Por algo que não sabíamos entender, parecia que por algum motivo a gente não podia se perder um do outro...foram muitas idas e vindas, até que se completasse 8 anos de namoro para que a gente se casasse.

Quando nos casamos, estávamos cheios de planos...mas foram só planos...

Tivemos que passar por tantas provações, que não foi fácil... se nós não estivéssemos com tão firme propósito de manter o casamento, teríamos nos separado no primeiro ano de casados...(Indiferenças)

No meu caso ...aqueles amigos da etapa da minha vida de adolescente, tive que deixar para trás, pois o meu marido, foi sempre muito ciumento e inseguro. (e os meus amigos sempre foram tudo na minha vida )
Acho que por causa da liberdade que eu tinha junto a eles....

Para manter o casamento, abri mão das minhas amizades...

Vieram então os filhos, cada um com um problema diferente, que juntos, tivemos que lutar para criá los ..isso dependeu tanto de mim como dele...

Outra curiosidade, antes mesmo de casar, eu já sabia que teria 3 filhos, dois meninos e 1 menina...nesta ordem...

Pois bem ... depois de provações com nossos filhos e ter conseguido cria-los, foi a etapa mais difícil pela qual eu passei...a DEPRESSÃO e as nossas INDIFERENÇAS...

(A Depressão, veio para que eu resgatasse todo o lixo acumulado no meu interior, e separasse o que poderia ser reciclado e o que tinha que ser jogado fora imediatamente )....

Bom... quem me conhece e me viu passar pelo que passei, sabe também quantas foram as vezes que resolvi desistir da vida a dois...cheguei várias vezes arrumar as malas, e 1 vez a deixar a casa sem querer voltar...foi a ETAPA do desentendimento...

O meu marido se achava meu dono... por muitos anos vivi assim...principalmente por causa dos filhos.

Mas depois, estudando o espiritismo, aprendi que ele tinha medo de me perder (talvez uma insegurança de outra vida)

Mas quando o casamento se transformou em uma verdadeira prova de fogo, foi que as “provações verdadeiras” começaram a aparecer e as nossas indiferenças colocadas em pratos limpos... ( Foi a Etapa dos REAJUSTES, e Entendimentos, que precisávamos ter para a nossa evolução)


Hoje sabemos que ninguém é dono de ninguém, e duas pessoas só conseguem ficar juntas se tiverem liberdade. E o Amor, a Confiança e o Respeito, tem que estar presente o tempo todo.

Nossa vida mudou muito depois destes reajustes... é lógico, que ainda não está 100% e acho que nunca chegaremos a tanto, talvez a gente precise voltar mais vezes neste mundo ou em outro, para continuarmos a evoluir, mas até o presente momento, estou muito satisfeita com o que venho aprendendo e vendo as mudanças na minha vida, com a consciência do porque elas acontecem.

Várias coisa importante aprendi... porque algumas pessoas são tão marcantes na nossa vida...porque algumas pessoas passam pela nossa vida como se fossem um meteoro, mas que precisavam passar, porque outras se afastam e voltam um tempo depois...tudo isso, é porque nós precisamos evoluir, e as vezes este afastamento ou até mesmo estas passagens, foram programadas para acontecer, mas não nos lembramos. E somente com o estudo da Doutrina Espírita, conseguimos entender porque isso acontece. O que me marcou também ...a primeira pessoa a frequentar a Doutrina Espírita na minha casa, foi a minha irmã e meu cunhado, nós fomos depois, bem depois, mas algo nos fez que entrássemos de cabeça, para aprender, mais e mais.

Um dia enquanto estava tendo uma palestra, resolvi conversar com o médium responsável pelo Centro e tirar algumas dúvidas. Perguntei a ele, o porque de ter determinado sentimento por uma pessoa...ele me disse que esta pessoa esta na minha vida para que nós pudéssemos nos entender e resgatar tudo de ruim que ficou lá atrás...ele falou tudo que eu sentia em relação pessoa, me descreveu como ele era, a sua personalidade, e também me falou que ele se parecia com outra, que eu também tinha problemas...e ele falou com uma naturalidade que parecia que já conhecia aminha vida. Ele falou calmo e tranqüilo: estas duas pessoas estão na sua vida, para que vocês de alguma maneira se entenderem .... (?) Aquelas palavras caíram como uma luva...

Hoje eu entendo que a cada dia que passa, precisamos estar sempre cientes, de que se algo esta acontecendo em nossa vida, qualquer provação, ou ter que conviver com determinada pessoa, é porque temos dívidas a ser resgatadas, ou então porque de alguma maneira precisamos ajudar aquela pessoa evoluir.

Por enquanto é só....

By Cleo...
Agora um artigo sobre a depressão....na visão Espirita

A depressão é um sintoma que nos diz que não estamos nos amando como deveríamos.
O caminho para sairmos dela é preencher este vazio com a recuperação da auto-estima e do amor em todos os sentidos. Primeiro, procurando nos conhecer e nos analisar, com o intuito de nos descobrirmos, sem nos julgarmos, sem nos punirmos ou nos culparmos. E depois, nos aceitarmos como somos, com todas as nossas limitações, mas sabendo que temos toda potencialidade divina dentro de nós, esperando para desabrochar como sementes de luz. Isto nada mais é do que desenvolver a fé em si e no criador, sentimento este que transforma e que nos liga diretamente a Deus.

Uma pessoa consciente de sua riqueza interior passa a ter segurança e fé nas suas potencialidades infinitas, começando a gostar e acreditar em si, amando-se e a partir de então, sentindo necessidade de expandir este sentimento a tudo e todos. Começa assim a se despertar para os verdadeiros valores da vida espiritual, se transformando numa pessoa feliz e sorridente, pois onde existe seriedade, há algo de errado; a seriedade está ligada ao ser doente.

Sorria e seja feliz amando e servindo sempre.

A terapia contra a depressão se baseia no amar e no servir, se envolvendo em trabalhos úteis e no serviço do bem. Seja no trabalho profissional, no trabalho do lazer, ou no trabalho de servir ao próximo, o indivíduo se ocupa, exercita o amor, e deixa de se envolver com as lamentações, pois a infelicidade faz seu ninho no escuro dos sentimentos de cada um. Dificilmente conheceremos um deprimido, entre aqueles que trabalham a serviço do bem.

Para doarmos este amor, não basta somente fazermos obras de caridade, temos que nos tornarmos caridosos; antes de fazermos o bem temos que ser bons. Darmos um pão, um agasalho, mais junto colocarmos uma boa dose de afeto e carinho. Ser acima de tudo generosos, que é a caridade com afeto. As pessoas estão com fome de amor, de calor humano, um ombro amigo, um abraço, um aconchego e uma palavra de carinho.

Às vezes, com um simples sorriso, um bom dia, um olhar afetuoso, nós estamos doando energia e transmitindo vida.

O homem alcançou um enorme progresso intelectual, satisfazendo suas necessidades materiais com os avanços tecnológicos. Porém, ainda se depara com enormes dificuldades na convivência fraterna com o seu semelhante. Estamos cada vez mais próximos um dos outros através dos meios de comunicação e, no entanto, mais afastados emocionalmente. Agora, o homem está sentindo a necessidade premente de desenvolver a afetividade, de se envolver, amar e sentir o seu semelhante.

Temos que ressuscitar e liberar a criança que está esquecida dentro de nós. Para resgatarmos esta criança que adormece em nós, é necessário que vejamos o mundo de forma positiva e otimista. A nossa criança interior, geralmente se encontra retraída e oprimida, porque a vida nos apresenta de forma desagradável; ainda não vivemos de forma natural, espontânea e isto gera ansiedade e sofrimento. Como a criança é movida pelo prazer, ela se recolhe e não se manifesta.

A criança não se julga, não se pune. Ela apenas vive o hoje, o agora, integrada perfeitamente a Deus e à natureza. “Deixai vir a mim as criancinhas porque o reino dos céus é de quem vos assemelham” – com estas palavras quis Jesus dizer que teremos que ser puros, autênticos, integrados com a nossa natureza divina, sem fugas ou máscaras, para alcançarmos a nossa evolução espiritual.

Ter atitudes simples, como lidar com animais, brincar com crianças, atividades criativas como a pintura, tocar um instrumento, fazer pequenas tarefas domésticas, cozinhar, manter uma conversa amena, contar um caso, ver um bom filme, escutar uma música, cantar, sorrir, ouvir com atenção, olhar com ternura, tocar as pessoas, abraçar, fazer um elogio sincero, curtir a natureza, admirar o por do sol, etc. Estas são tarefas que muito lhe ajudará a reencontrar o equilíbrio e a harmonia interior.

Manter sempre o bom humor. Aquele que tem no ideal de servir uma meta de vida, será sempre uma pessoa feliz.

Na vida o que mais importa é o amor e o bem querer das pessoas, viver suas emoções; não se deixar afetar por coisas pequenas.

Muitas vezes nos deixamos abater por problemas, que se olharmos com olhos de Espíritos Eternos em passagem pela Terra, não valorizaríamos.

Substituir sentimentos de auto-piedade por vibrações em favor dos que sofrem.

Se olharmos com atenção e interesse ao nosso redor, veremos que existem pessoas com problemas muito piores, que o nosso a pedir socorro.

Procurar praticar atividades físicas regulares, como a caminhada, um esporte, um lazer. A mente parada começa a criar pensamentos negativos, que se assemelham a lixos amontoados dentro de casa. Com estas atividades, você estará desviando sua mente destes pensamentos deletérios.

Tornar-se empreendedor, dinâmico, criando idéias novas e construtivas em benefício do semelhante, com motivação para implementá-las, junto ao grupo ou a comunidade que pertence.

Não fique estagnado esperando que a coisas aconteçam em seu favor. Aja em favor do próximo e não se surpreenda se você for o mais beneficiado.

Leituras edificantes, uma conversa com um amigo, um terapeuta ou um orientador espiritual, ajuda você a ver o problema por um outro ângulo.

A oração é um recurso indispensável no processo de recuperação. Através dela estabelecemos sintonia com a Espiritualidade Maior, facilitando o caminho para que nos inspirem e revigorem nossas energias.

Não nascemos para sofrer. A vontade de Deus é a nossa alegria e a nossa felicidade.

Se sofrermos é por nossa causa. Os nossos problemas e nossas dificuldades devem ser interpretadas como instrumentos para nossa evolução.

Nunca devemos nos deprimir ou nos revoltar contra eles.

O melhor aprendizado, é aquele que tiramos de nossa própria vida.

Vocábulo “crise” em algumas línguas podem ter dois significados: a oportunidade ou perigo. Oportunidade de crescimento ou perigo de queda.

O que importa é sabermos que os problemas , que deparamos na vida só surgem quando já temos condições de solucioná-los.

Como disse o Mestre Jesus: ” O Pai não coloca fardos pesados em ombros fracos”. Deste modo, ficamos mais fortes ao saber que temos todas as condições interiores, para enfrentar as dificuldades que a vida nos apresenta.

Ter consciência, que acima de tudo, tem um Deus maior a zelar por nós e que nunca nos abandona. Confiar em Jesus e seguir seu exemplo de vida: “Eu sou o Bom Pastor; tende bom ânimo; não se turbe o vosso coração; vinde a mim vós que andais afatigados, cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei”.

O casamento na visão espírita



Sem rituais, as uniões espíritas priorizam o amor e as afinidades existentes entre o casal.


Na Inglaterra da Idade Média, a rainha Vitória nem poderia prever que seus atos repercutiriam tanto e se
tornariam uma tradição. O que teria feito Sua Majestade? tomou atitude muito simples: decidiu se casar de véu - naquela época, os soberanos jamais se cobriam para poder comprovar sua identidade -, com flores no cabelo e um vestido branco. A cena parece familiar?
O casamento como se conhece nos dias atuais, é muito mais antigo que a rainha Vitória. Seu ritual iniciava na Roma Antiga, quando era possível encontrar registros de que as mulheres se vestiam adequadamente para a ocasião. Porém, a união de um casal, na visão espírita, vai além de uma cerimônia, com seus festejos e vestimentas.
Existe ritual de casamento para a doutrina espírita? “Não”, diz o procurador do Estado do Paraná, Joel Samways Neto. “De todas as descrições feitas pelos espíritos sobre casamento, não há menção a ritual de casamento espírita”.

Então, os espíritas não casam? “Casam!

A diferença é que não temos o ritual religioso. O casamento tradicional, independentemente da religião é um ritual. E como não temos rituais, não há uma cerimônia religiosa em um casamento entre espíritas”, afirma o professor e coordenador de grupos de estudos espíritas Paulo Henrique Wedderhoff. Na realidade, o que importa são as intenções pelas quais o casal decidiu se unir. E aí, deve-se colocar em foco o que seria um princípio básico do Espiritismo: o amor.
Fatores de união
A pedagoga Maria Aparecida e seu marido, o advogado Everton Ribeiro, acreditam que muitos fatores devem existir para a união de um casal, mas “todos eles pouco valem se o casamento não estiver fundamentado na maior das leis, que é a lei universal do amor, vivenciado na mais pura de suas definições”. Para eles, quando há esse sentimento, as consequências são “no mínimo, boas”.
Segundo Samways, quando a pessoa encontra outra com quem se assemelha, ela se potencializa, ou seja, se torna mais feliz, confiante e protegida. Casados há 33 anos, Maria Aparecida e Everton concordam: “a forma de se relacionar com a sociedade mudou, a relação com os amigos mudou, a possibilidade da paternidade estimulou e mudou a visão de uma nova trilha a ser seguida”. Eles comentam que, entre outras coisas, também deve haver ética, respeito e companheirismo.
Entretanto, há uniões que se tornam instáveis. Em seu livre-arbítrio – que é outro dos princípios básicos da Doutrina Espírita – , muitos casais optam pela separação. E, apesar de a doutrina ser divorcista (“...é uma lei humana que tem por objetivo separar legalmente o que, de fato, já está separado. O divórcio não contraria a Lei de Deus, uma vez que apenas corrige o que os homens fizeram...” Evangelho Segundo o Espiritismo), Samways acredita que o cidadão que possui caráter, reflete duas vezes antes de se divorciar e, até mesmo, antes de se comprometer.
Em mensagem escrita na obra “Como um homem pode enfrentar uma crise”, o espírito Leocádio José Correia diz que “A interação humana significa sempre entendimento e nunca confronto”.
Reflexão atual
Wedderhoff faz uma reflexão a respeito das vidas conjugais nos dias de hoje. “Será que as uniões que têm maior chance de sucesso não são aquelas em que o cônjuge casa para fazer feliz a pessoa que ama? Quando os cônjuges pensarem assim, será muito difícil a união se desfazer”.
Relacionamentos conjugais são edificações que devemos realizar todos os dias. “Casar é se comprometer com a felicidade de quem a gente ama”, diz o professor. E este pensamento é coerente com algumas observações trazidas pelo espírito Leocádio José Correia; segundo ele, “casamento é renúncia”, o que não significa peso ou desgaste quando se tem amor pela outra pessoa.
De acordo com “O Livro dos Espíritos”, o casamento é um dos instrumentos para a evolução humana. “O casamento, ou a união permanente de dois seres, é contrária à lei natural? É um progresso na marcha da humanidade” (Capítulo 4 – Lei da Reprodução). No Evangelho, também é enfatizada a idéia do ser humano constituir uma família para o seu próprio progresso. Porém, viver com outra pessoa não é uma obrigação; é uma escolha.
Em suas palestras, o espírito Leocádio José Correia alerta que nenhuma pessoa é obrigada a se casar. Ele cita ainda que muitos de nós escolhem “se casar” com a Medicina, com a Educação, com a Ciência ou com os projetos sociais. São caminhos diferentes, mas que igualmente proporcionam oportunidade evolutiva ao espírito durante sua trajetória na Terra.
União comemorada.
O fato de a doutrina não registrar os rituais de casamento não impede que os noivos comemorem sua união. Paulo Wedderhoff cita um exemplo de comemoração simples e simbólica a que compareceu. “Recentemente um casal de espíritas decidiu revelar sua decisão de compartilhar a vida a dois. Num dia foram ao cartório e no outro receberam alguns amigos e parentes para anunciar sua decisão e dividir a alegria. O noivo e o pai da noiva quiseram manifestar o sentimento de contentamento; um amigo do casal falou sobre o significado do casamento para a Doutrina Espírita. Ao final, um belo beijo nos fez testemunhas de um lindo momento”, conta.
“A simpatia que atrai um espírito ao outro é o resultado da perfeita concordância de suas tendências, de seus instintos; se um tivesse que completar o outro, perderia a sua individualidade”, está escrito em O Livro dos Espíritos – Capítulo 6, Vida Espírita. Nessa citação é possível desmistificar o termo comumente conhecido como “alma gêmea”.
Samways lembra que não existem espíritos iguais. O que ocorre com a maioria das pessoas é a semelhança, as chamadas “afinidades”. Por isso, é possível ter afinidades também com amigos e parentes. Na opinião do procurador, “nós só convivemos bem com quem se parece conosco”.


Obs. Se eu fosse me casar nos dias de hoje, após ter estudado a doutrina espírita, faria apenas uma reunião familiar para comunicar a decisão da união.


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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

É preciso renovar a relação



Meus Amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher. As mulheres, sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo. Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário.


Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue: Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade.

Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher. Minha esposa, se não me engano, está em seu quinto,
porque ela pensou em pegar as malas mais vezes do que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.

O segredo no fundo é renovar o casamento, e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em tempos, é preciso renovar a relação.

De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial? Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção? Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento.

Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo? Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.

Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração. Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos. Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento. Mas se você se separar sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.

Não existe essa tal ‘estabilidade do casamento’ nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos. A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma relação estável, mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família? É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.

Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par. Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.



a.d.